quarta-feira, 25 de julho de 2018

ACUPUNTURA VIBRACIONAL

A cura através do som


Todas as células do nosso corpo, ou mesmo os grupamentos celulares, vibram em uma determinada frequência para cumprir suas funções. As frequências vibratórias podem ser diferentes, variando de um local para outro, porém, harmônicas entre si.

Quando encontramos um organismo harmônico, dizemos que este organismo é saudável, afinal, em um ambiente onde impera a HARMONIA, dificilmente uma patologia se instala.

Tudo quanto existe é luz que vibra em frequências ligeiramente diferentes. A cor é a luz visível. As orações e os pensamentos são sons inaudíveis. O ser humano é composto de mais de setenta por cento de água.
Luz + Som = Água
Cor + Pensamento = Matéria
Antes de nosso veículo ser concebido, nossa essência era cor e som. Com efeito, sem esses dois fenômenos não pode haver forma. Com eles, porém – sobretudo quando as energias da cor e do som são utilizadas de maneira harmônica – é fácil fazer com que nossos desejos se manifestem sobre o plano físico.

Diversos estudos já comprovaram a influência do som – intrinsecamente, das frequências – na forma como a água se cristaliza, nos diversos organismos, inclusive da influência da mesma sobre os seres humanos.

Quando somos submetidos a determinadas frequências, tanto nosso cérebro quanto nosso corpo como um todo, tendem naturalmente a entrar em ressonância com a frequência. Se estamos sob a influência de frequências (músicas) mais tranquilas, ou mais harmônicas, tendemos a entrar num estado psíquico mais calmo, e assim nossos órgãos, tecidos, o sangue e o organismo inteiro também; o mesmo ocorre com frequências não harmônicas, gerando um organismo não-harmônico e suscetível ao desenvolvimento de desequilíbrios e/ou o aparecimento do adoecimento.

Na acupuntura, em sua origem, muito antes do aparecimento das agulhas para o tratamento, o instrumento utilizado eram os dedos, através da acu-pressão, ou seja, através da pressão dos dedos sobre os pontos de acupuntura, técnica chamada de Tao Yin, popularizada no Brasil pela sua versão japonesa chamada de Do-in.

O som propaga-se quatro vezes mais rapidamente na água do que no ar e como o corpo humano é composto, como supracitado, de aproximadamente 70% de água – assim o corpo é naturalmente um ressoador do som. Os diapasões potencializam a ação medicinal do som na cura do corpo físico, psicoemocional e espiritual através da restauração do equilíbrio energético.

Exemplo do diapasão utilizado no tratamento de Acupuntura Vibracional.
A ACUPUNTURA VIBRACIONAL alcança níveis profundos para o tratamento de diversas patologias que incluem os altos índices de estresse, ansiedade, depressão, insônia, dores, e tudo o que a acupuntura com agulhas também trata.

Esta técnica conduz a transformação e a expansão da consciência, pois permite a conexão do indivíduo com os ritmos e ciclos da natureza através das suas frequências e ressonâncias terapêuticas naturais.

Assim como no Do-in (Tao Yin), na ACUPUNTURA VIBRACIONAL ao invés da utilização da pressão promovida pelos dedos, o tratamento é feito através de diapasões posicionados sobre os pontos de acupuntura e sua vibração penetra pela pele e percorre todo o meridiano (ou canal) restaurando o equilíbrio e trazendo a harmonia para o organismo todo. É uma terapêutica indolor (método não invasivo, sem risco de infecção), altamente eficaz no tratamento de todos os tipos de dores e patologias que acometem o físico, o psicoemocional e espiritual do indivíduo sem nenhuma contraindicação. Especialmente indicado nas condições de hipersensibilidade, hiperatividade e risco de infecção por uso de agulhas. É equivalente à acupuntura tradicional que se utiliza das agulhas além de ser indolor e produzir um relaxamento profundo, podendo ser aplicado em qualquer pessoa, crianças, jovens, adultos, idosos...

Conheça mais sobre a ACUPUNTURA VIBRACIONAL, agendando seu tratamento, ou, através dos cursos, palestras e workshops ministrados pelo terapeuta em medicina bioenergética vibracional, Rafael Pelissari.

Rafael R. Pelissari é terapeuta em medicina bioenergética vibracional, especialista em práticas energéticas e acupuntura vibracional, com larga formação em diversas terapias holísticas. Acupunturista, radiestesista, cromoterapeuta, mestre em Reiki e Tao Yin, entre outras formações. Conheça mais em:

WWW.RAFATIS.ORG

WWW.FACEBOOK.COM/RAFATISDALUZ

quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

TRATAMENTO COM A MEDICINA TRADICIONAL CHINESA

Venha conhecer os benefícios da auriculoterapia (terapia com sementes auriculares) e o Do-in (tratamento de acupressão, acupuntura sem agulhas) para a saúde, o equilíbrio e o bem-estar!

Se você sofre com dores, ansiedade, insônia, depressão ou qualquer outro desequilíbrio físico ou emocional, não perca esta chance.

Onde? Bazar de Natal do Espaço Cultural Villa Mondo - Rua Emílio Mallet, 913 - Tatuapé (próximo ao metrô carrão)

Data: 09 de dezembro de 2017

Horário: Das 14 às 18 horas

Preço único de R$ 20,00 (Vinte Reais) por pessoa

Venha visitar o bazar e conhecer o Villa e aproveite para se equilibrar!

Para maiores informações ligue ou contate-nos via whatsapp no (11) 9-4559-4213




Publicado por Rafåtís em 07 de dezembro de 2017.

segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

MEDICINA BIOENERGÉTICA VIBRACIONAL

O que é medicina bioenergética vibracional?

Quais os benefícios da medicina bioenergética vibracional para a saúde, o equilíbrio e o bem-estar?


MEDICINA BIOENERGÉTICA VIBRACIONAL

O campo eletromagnético do corpo humano pode ser considerado o seu “plano dinâmico” – um plano de inconcebível complexidade que, não obstante, obedece a leis e princípios baseados nos conceitos eletromagnéticos de ressonância, harmonia, reforço e interferência. Essas leis e princípios são, portanto, as bases da nova medicina energética.
(George Vithoulkas)

A medicina bioenergética vibracional e as terapias de cura e bem-estar

A medicina energética influencia a química e a estrutura de um organismo à medida que interage com ele em um ou mais níveis sutis. Cura à medida que estimula e fortalece o próprio mecanismo de força vital do corpo, por meio de materiais escolhidos pelas suas propriedades energizantes. Seu objetivo é o de mudar o ambiente interno do corpo, atentando para que o organismo está fazendo e tentando auxiliá-lo em sua tarefa. Um remédio homeopático, um floral, a acupuntura, o reiki e diversas outras terapias holísticas, quando bem escolhidas podem alcançar efetivamente este objetivo equilibrando assim a causa do distúrbio. Estas terapias combinadas tem como objetivo transformar estados mentais e emocionais negativos em positivos, através da busca do tratamento da origem da enfermidade e/ou desequilíbrio, ou seja, para cada emoção ou estado mental negativo como: tristeza, depressão, medo, pânico, stress, nervosismo, solidão, ansiedade, entre outros, existem tratamentos e diferentes terapias dentro do escopo da medicina bioenergética vibracional que trazem as virtudes opostas e positivas, como: alegria de viver, coragem, tranqüilidade, autoconfiança, segurança, paz e assim por diante, proporcionando equilíbrio físico, mental e emocional e muito bem-estar a todos que se beneficiam com a medicina bioenergética.

É importante salientar que as diferentes terapias que integram a medicina bioenergética vibracional fazem parte de uma terapêutica, pois tratam as causas e não os sintomas. Por isso que duas pessoas com o mesmo sintoma podem necessitar de diferentes terapias e tratamentos completamente diferentes. Essa é uma das grandes diferenças com a alopatia e com a dita medicina tradicional do ocidente pois enquanto existe um remédio alopático específico para dor de cabeça, na medicina bioenergética vibracional será sempre investigado o que de fato gerou a dor de cabeça naquele indivíduo, podendo ser, por exemplo, uma preocupação com pensamentos persistentes (e aí se utilizará de uma ou mais terapias específicas para isso), ou um grande medo (uma outra terapia ou uma combinação de terapias será utilizada neste caso) – e para a escolha de qual ou quais terapias serão utilizadas neste processo, o encargo fica por conta do terapeuta que após uma entrevista com o paciente, se utiliza de métodos diagnósticos distintos para decidir pela terapêutica a ser usada.

Rafael Pelissari, também conhecido como Rafåtís, é terapeuta em medicina bioenergética vibracional com mais de dez anos de experiência em terapias holísticas e se utiliza de uma grande quantidade de diferentes terapias dentro do escopo da medicina bioenergética vibracional para o atendimento e a promoção do equilíbrio, da cura e do bem estar. Dentre as terapias utilizadas por Rafåtís estão: Acupuntura, Acupuntura Vibracional, Alinhamento de Chackras, Aromaterapia, Arteterapia, Aurículoterapia, Cromo-acupuntura, Cromoterapia, Do-in, Eletro-acupuntura, Fitoterapia Brasileira (Terapia de ervas, “garrafadas herbais” e banhos de ervas), Florais, Gua Sha, Harmonização Bioenergética, Harmonização Energética Quântica, Moxaterapia, Musicoterapia, Radiestesia, Reflexologia Podal, Reiki, Tai Ji, Tao yin, Thai yoga (massagem relaxante), Terapia Eletrofisiológica do SNA (Sistema Nervoso Autônomo), Terapia Energética, Tui Na, Ventosaterapia, entre outras terapias.

Conheça os benefícios da medicina bioenergética vibracional para a saúde, o equilíbrio e o bem-estar!
Comece já o seu tratamento!

Contate-nos no (11) 9-4559-4213 (também disponível para mensagens via whatsapp) ou no www.rafatis.org com Rafåtís, terapeuta em medicina bioenergética vibracional e criador da terapêutica magnética radiônica. Agende o seu tratamento em nosso espaço no bairro do Tatuapé em São Paulo ou consulte também a disponibilidade de atendimento em domicílio na sua região.



Publicado por Rafåtís em 04 de dezembro de 2017.

segunda-feira, 2 de outubro de 2017

INSÔNIA

Das síndromes psicológicas que mais acometem os seres humanos no mundo moderno, juntamente com a depressão e a ansiedade e associados, está a insônia. É o mais comum e um dos mais graves distúrbios associados ao sono. Como insônia compreendemos a dificuldade de pegar no sono ou em permanecer dormindo ou ainda como o sono perturbado, inquieto ou de má qualidade.
O sono é de importância vital para reestabelecer o organismo e propiciar o mesmo a ingressar em estados vibracionais que favorecem entre outras capacidades, a limpeza do organismo, o descanso e a regeneração celular. Não se trata de mero descanso pela ausência e/ou interrupção da atividade, mas sim uma forma muita distinta de estar em termos psíquicos. É uma entrada no mundo dos sentimentos e da intuição, da criação de imagens e acesso ao subconsciente, aspectos que são governados pelo lado direito do cérebro. O dia é um mundo regido pela atividade física e da mente em seu aspecto analítico, que são governados pelo lado esquerdo do cérebro.

O DESEQUILÍBRIO DO DIA-NOITE OU DA ATIVIDADE-DESCANSO

No mundo contemporâneo, há uma exaltação enorme para o desenvolvimento da mente intelectual racional e analítica em detrimento do desenvolvimento criativo e intuitivo. Há também no cenário moderno, uma constante pressão em se manter atividades estressantes e incessantes. São raras as pessoas que conseguem criar ambientes propícios para o descanso, ambientes escuros, sem a presença de um ou vários equipamentos eletrônicos ligados, ambientes silenciosos, e ainda mais, pessoas que desligam seus celulares para poderem se desconectar do mundo e, de fato, conseguirem dormir – é difícil para a esmagadora maioria das pessoas, se “desligarem”, não levando para o mundo do sono, a atividade mental, a preocupação e o acúmulo de informações. 
Tais comportamentos criam um enorme desequilíbrio para a mente discernir a hora do descanso com a hora da atividade, fazendo com que o tempo de atividade se estenda, invadindo e consumindo o tempo de descanso.
É muito provável que a preeminência da insônia em todo o mundo só aumente, até que as pessoas aprendam, em seus lares, empresas, escolas e na sociedade de uma maneira geral, a desenvolver a mente intuitiva/criativa no mesmo grau do desenvolvimento da mente analítica, encontrando o equilíbrio entre ambas, a paz profunda e a quietude interna, equilíbrio este que permeia tanto as atividades diárias como o sono.

DESLIGANDO A MENTE

Na verdade, a mente não se trata de um aparelho com um botão liga-desliga. Não se trata de simplesmente deligar a mente racional no final do dia, é imperativo também nutrir e desenvolver a mente intuitiva/criativa e o reino da imaginação e dos sentimentos. Isso só é possível de se alcançar quando a mente e o corpo estão quietos, por um ato de entrega, com este objetivo, favorecendo o desprendimento do controle da mente analítica – e isso é o primeiro estágio de uma meditação.

ETIOLOGIA DA INSÔNIA

As principais causas da insônia são tensão nervosa, ansiedade, antecipação de eventos futuros em nível mental, preocupação e projeção das situações estressantes do dia-a-dia para o mundo do sono. Um outro aspecto importante neste sentido é a depressão e, especialmente em crianças, o medo – a insegurança, medo do escuro e terror noturno.
Sintomas de dor, desconforto ou aflição oriundos de doenças também podem resultar em dificuldade para dormir. Nestes casos ambas devem ser tratadas, a doença e a insônia, dentro do contexto das necessidades individuais de cada paciente.
Estimulantes como determinados tipos de chá, café entre outros, podem agravar ou causar insônia. Hábitos irregulares de alimentação, refeições realizadas tarde da noite e o consumo excessivo de alimentos gordurosos e/ou condimentados, bem como o abuso de álcool também agravam a questão.

CONTEXTO FARMACOLÓGICO

Em uma pesquisa de 2013 o brasileiro gastava aproximadamente R$ 1,8 bi com antidepressivos e estabilizadores de humor, bem como os hipnóticos ou soníferos. De lá para cá este número só aumentou. Em pesquisa deste ano, apresentado pelo Correio Brasiliense, cerca de 73 milhões de brasileiros têm dificuldades para dormir. A indústria farmacêutica lucra cifras absurdas com a insônia. Para se ter uma idéia, em Nova Iorque o slogan da “Dream Water”, uma bebida com efeitos relaxantes à base de melatonina é: “Work hard. Play hard. Sleep easy” ("Trabalhe duro. Jogue duro. Durma fácil").
É de opinião geral que os hipnóticos usados para tratar os problemas do sono, nada fazem para curar o problema básico, além de poderem apresentar efeitos colaterais, ainda geram enormes problemas de dependência e vício. Alguns estudos ainda apontam que a qualidade do sono fica pior com o uso dos fármacos do que sem eles, quando os pacientes tentam interromper o uso desses medicamentos, aumenta a dificuldade para dormir, com um grau de insônia ainda maior.

TRATANDO A INSÔNIA

No escopo do tratamento para a insônia, quer seja por qualquer natureza que originou a insônia, o tratamento holístico dentro do espectro da medicina bioenergética vibracional, se demonstra extremamente eficaz.
Como supracitado no artigo, a utilização de fármacos que induzem o sono e prometem o relaxamento e o descanso, na verdade atuam no sentido de forçar o cérebro a entrar no estado de subconsciência. Como em praticamente todo tratamento da medicinal tradicional ocidental, raríssimas vezes se busca a terapêutica da origem da doença, mas sim, amenizar ou sanar a sintomatologia da doença.
Através da análise individualizada de cada paciente, a combinação de acupuntura, aurículoterapia, reiki, radiestesia, harmonização energética quântica, cromoterapia, a utilização de garrafadas herbais (fitoterápicos) e outras terapias holísticas, que além de tratarem a insônia em si também buscam o tratamento e solução da origem da mesma, o paciente acaba por ser o pivô da sua própria cura, e assim, em equilíbrio, é possível alcançar o verdadeiro relaxamento e descanso tão necessários para o bem-estar e para o desfrute de uma vida mais saudável.

Sofre com insônia?
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Contate-nos no (11) 9-4559-4213 (também disponível para mensagens via whatsapp) com Rafåtís, terapeuta em medicina bioenergética vibracional e criador da terapêutica magnética radiônica. Agende o seu tratamento em nosso espaço no bairro do Tatuapé em São Paulo ou consulte também a disponibilidade de atendimento em domicílio na sua região.


Publicado por Rafåtís em 02 de outubro de 2017.

domingo, 10 de setembro de 2017

A IDÉIA DE CURA - HARMONIZAÇÃO ENERGÉTICA QUÂNTICA

1. CONSIDERAÇÕES SOBRE ENERGIA, MAGNETISMO, HARMONIA, VIBRAÇÕES, FORMAS-PENSAMENTO, CURA E HARMONIZAÇÃO ENERGÉTICA QUÂNTICA


1.1 A idéia de cura


Para se conceber a idéia de cura, é imperativo primeiramente a compreensão do que é a doença, ou melhor, a desarmonia, sua intrínseca natureza.
Tudo quanto existe são formas de energia, nós, os seres humanos, os reinos animal, vegetal, mineral, o ar, nosso planeta, as estrelas, as galáxias, enfim, tudo dentro do Universo e além.
Premissas científicas físicas:
Tudo o que existe é energia e todas as formas de energia vibram num ritmo determinado por seus componentes; toda matéria que tem cargas oscilantes irradia ondas magnéticas; como todas as coisas contém elétrons em movimento, logo, todas as coisas irradiam ondas magnéticas.
O postulado de Albert Einstein, na Teoria ou Princípio da Relatividade diz:
E = M*C²
Onde:
E é energia
M é massa
C é a velocidade da luz
         
Através desta simples fórmula, Einstein comprovou que tudo o que existe é energia, e a massa ou um corpo sólido, físico, nada mais é do que energia condensada.

Em um breve e hipotético exemplo, se 10 quilogramas de massa fossem transformadas totalmente em energia, seria produzida uma quantidade de energia suficiente para evaporar toda a água da Baía de Guanabara, no Rio de Janeiro.
Nada somos além de energia condensada, tal qual é o nosso orbe, as estrelas e o Universo.

Premissas científicas metafísicas:
A irradiação de ondas e campos magnéticos, embora invisíveis, podem ser perceptíveis e manipuláveis. Todos já brincamos com um imã; não podemos ver as ondas magnéticas que exercem as forças de atração ou repulsão, mas elas são, inquestionavelmente, perceptíveis.
Energia sutil são forças reais que estão em movimento no interior de nossos corpos e no mundo a nossa volta.
O raio de ação das linhas, ondas e campos magnéticos formados por nossa própria energia, foram também denominados de corpos sutis, ou corpos invisíveis.
Tal qual o exemplo do imã, nossos corpos invisíveis embora imperceptíveis aos sentidos físicos básicos, podem por meio de instrumentos e da percepção intensificada, não apenas serem sentidos, mas ajustados, energizados, manipulados, balanceados, equilibrados e curados.


1.2 Uma breve introdução acerca da energia sutil à estrutura física


Da premissa axiomática de Einstein, E = M*C², podemos concluir, sem que haja a menor chance de ambigüidade interpretativa, que tudo quanto existe é energia.

Não é o nosso corpo físico (massa) que dá origem aos nossos corpos sutis, ou corpos invisíveis (energia), e sim o contrário. Nosso corpo astral, através da alma, cria campos magnéticos que vão dimensionalmente se condensando em corpos cada vez mais densos, até formar e se interligar ao corpo extremamente denso, físico.
A exemplo de nosso corpo físico e seus respectivos órgãos, os corpos sutis possuem também os seus órgãos, porém diferentemente dos órgãos do corpo físico, estes são centros de energia e magnetismo. Lembrando sempre que não é o nosso corpo físico (massa) que dá origem aos nossos corpos sutis, ou corpos invisíveis (energia), e sim o contrário.
Estes centros de energia, também denominados “chakras”, estão intrinsecamente ligados ao corpo físico, em regiões específicas, e atuam sobre órgãos ou sistemas específicos.
“Chakra”, do sânscrito significa “roda”, são vórtices de energia.


1.3 O pensamento e a cura


Para se conceber a idéia de cura, é imperativo primeiramente a compreensão do que é a doença, ou melhor, a desarmonia, sua intrínseca natureza.
No ocidente, temos como idéia de saúde a ausência de doença. Porém, a doença nada mais é do que a manifestação física de desequilíbrios nos corpos sutis e, portanto, é possível estar doente, sem necessariamente apresentar uma doença. Por isso prefiro a palavra “desequilíbrio”. Então, muitas vezes estamos desequilibrados sem (ainda) apresentarmos uma doença física.
A compreensão profunda desta simples idéia é essencial para o desenvolvimento do processo de cura.

É evidente que determinadas doenças e/ou enfermidades ocorram apenas no corpo físico, quando, por exemplo, nos acidentamos.
A grande maioria das doenças é oriunda de desequilíbrios nos corpos sutis e, como mostrei anteriormente “... não é o nosso corpo físico (massa) que dá origem aos nossos corpos sutis, ou corpos invisíveis (energia), e sim o contrário”, o desequilíbrio nos corpos sutis desencadeia os desequilíbrios no corpo físico – as doenças.

Mas então como se dão os desequilíbrios energéticos?

Pensamento é energia.

No nível dos sistemas vivos, há muito tempo se conclui que uma força invisível parece orientar todas as funções vitais. Na década de 1930, Harold Saxon Burr, ex-professor de anatomia da faculdade de medicina da Universidade de Yale, identificou essa força como um campo energético e apresentou dados bem documentados de que todos os seres vivos são de fato rodeados por campos energéticos/magnéticos. Burr constatou que, onde quer que haja vida, existem campos eletrodinâmicos que podem ser medidos e mapeados. No decorrer de mais de quarenta anos de pesquisas sobre esses campos vitais ou campos V (em inglês, life-fields ou L-fields), sua descoberta mais transcendente foi, porém, a de que a existência dos campos parece preceder a aparição de qualquer traço das formas físicas a que eles correspondem. Essa descoberta comprova que os campos não emanam de estruturas físicas pré-existentes, mas antes constituem o princípio organizador que subjaz ao surgimento dessas estruturas. 

Como expliquei anteriormente, “... não é o nosso corpo físico (massa) que dá origem aos nossos corpos sutis, ou corpos invisíveis (energia), e sim o contrário”. Burr ainda observou que os campos V agrupam os átomos em células e condicionai-os a desempenhar certas funções. Em resumo, os campos V são os modelos da forma.
Ainda na década de 1930, o psiquiatra Leonard J. Ravitz descobriu que o pensamento é capaz de afetar os campos V, prefigurando assim o uso da técnica de O. Carl Simonton de concentração de pensamento para doentes de câncer, que hoje chamamos de imaginação positiva. Além disso, Ravitz previu que um campo de pensamento ou campo P (em inglês thought-field ou T-field) poderia se ligar a um campo de energia e – que bizarro! – pegar carona com ele. Ao passo que antes se dizia que “a energia segue o pensamento”, hoje podemos dizer com toda a confiança que “o pensamento é energia” e, como tal, é uma força que pode ter efeitos no mundo exterior, ou físico.
Os campos P podem ligar-se não só a campos energéticos, mas também a formas cristalizadas de energia, ou seja, formas materiais. Esta observação tem implicações importantíssimas. Em primeiro lugar, um pensamento inadvertido pode dar origem a toda uma reação em cadeia, com conseqüências potencialmente desastrosas. Em segundo lugar, significa que nós não formulamos nossos pensamentos, mas os escolhemos, por meio de um processo regido pelo nosso estado atual, de um depósito situado nos éteres, ou plano etéreo.

Por causa dos campos energéticos que organizam o corpo humano, todas as funções deste são eletroquímicas. Além disso, a subestrutura atômica das células – o cosmos microscópico (microcosmos) feito de partículas que se deslocam mais rápidos do que a luz – tem um momento magnético, ou seja, a presença de um campo magnético. Por isso, pode se dizer que cada célula possui seu próprio ambiente magnético, que combina com os campos de outras células. Suas propriedades magnéticas resultam, em parte, da interação de seus componentes eletroquímicos.
Em última análise, o ser humano pode ser influenciado de duas maneiras no nível celular: por meio da ação química (pela ingestão de determinadas substâncias, como os medicamentos) ou por meio da perturbação da freqüência eletromagnética (por meio da interação com outro campo). Neste último caso, o corpo enquanto campo de energia irá reagir a qualquer coisa que emita radiação. Em outras palavras, a harmonia do corpo pode ser perturbada por quaisquer formas de vida. As boas novas são que o estado de harmonia pode ser restabelecido por um processo de retificação magnética, a Harmonização Energética Quântica.
O pensamento toma forma, e tal qual uma onda de rádio, este se propaga, podendo ser captado por todas aqueles que estejam sintonizados na mesma freqüência.
Funcionamos mais-ou-menos como antenas, nos sintonizamos com pensamentos e pessoas que mais possuem algo em comum com nós mesmos. Por isso, quanto mais pensamos em coisas positivas e belas, mais somos acometidos por estes tipos de pensamentos, pois entramos em ressonância com freqüências positivas e acabamos por nos sintonizar com estas; do mesmo modo, podemos também nos sintonizar com a negatividade. 

Algumas pessoas se queixam que os pensamentos negativos não as abandonam, enquanto que na verdade são estas pessoas que não abandonam os pensamentos negativos. A atração ou repulsão magnética se aplica aqui também. A ressonância, harmonia que temos com algumas pessoas e a repulsão por outras, se estendem aos pensamentos.
São nossos pensamentos que determinam a forma de nossa energia.
A mentalização.
A energia e a matéria são dois aspectos da mesma realidade. Conceba a realidade como consciência, tendo como aspectos a energia (no domínio da qual se incluem as formas-pensamento) e a matéria.

Mantenha seus pensamentos positivos, porque seus pensamentos tornam-se suas palavras. Mantenha suas palavras positivas, porque suas palavras tornam-se suas atitudes. Mantenha suas atitudes positivas, porque suas atitudes tornam-se seus hábitos. Mantenha seus hábitos positivos, porque seus hábitos tornam-se seus valores. Mantenha seus valores positivos, porque seus valores... tornam-se seu destino.
(Mahatma Gandhi)


1.4 Equilíbrio energético


Manter o campo energético saudável e íntegro é uma forma preventiva de manter a saúde e a integridade corporal e espiritual.
Pessoas equilibradas nutrem-se de fontes naturais de energia, tais como o contato com a natureza, com a luz do Sol, a prática de atividades físicas moderadas, alimentação balanceada e posturas mentais e psicológicas adequadas.

Isso leva a uma vida plena, característica de pessoas energeticamente equilibradas. A natureza nos brinda com inúmeros locais que emitem poderosas e benéficas radiações, como o alto das montanhas, as cachoeiras, as praias de mar e de rios, as fontes de águas termais e hidrotermais, campos, bosques e etc.
Como explicado na seção 1.3, é preciso estar e manter nossa mente em sintonia fina com pensamentos saudáveis e elevados, por que este passa a ser o nosso estado astral e então, este passa a ser o nosso estado físico.


A mente do homem, uma vez ampliada por uma nova idéia, jamais retorna à sua dimensão original.
(Oliver Wendell Holmes)
Extraído do primeiro capítulo de "Cânones da terapêutica magnética radiônica" de Rafåtís.
Disponível em www.rafatis.org


Publicado por Rafåtís em 10 de setembro de 2017.

terça-feira, 1 de agosto de 2017

Terapêutica Magnética Radiônica

Vivemos em um momento de extrema e profunda transformação, em diversos níveis. O andamento de tais mudanças está cada vez mais célere; a velocidade da informação somada ao acesso e disponibilidade cada vez maiores e indiscriminados de conhecimento, e ainda o intenso avanço tecnológico, nos proporcionam um modo de vida mais prático e engenhoso, além dos benefícios destes avanços na medicina, trazendo à tona possibilidades antes inimagináveis para o bem-estar, saúde e qualidade de vida.

Não obstante, a dificuldade de desfrutar os aspectos positivos destes avanços, adjacente a problemática complexidade de assimilação da confluência de dados e informações, e principalmente, o escopo de adaptarmos nosso estilo de vida com o hodierno cenário extremamente competitivo, exigente, veloz, estafante e estressante, cobram um alto preço de desequilíbrios e, conseqüentemente, seus frutos – as doenças.

No mesmo passo em que os avanços tecnológicos nos forneceram uma possibilidade de explorar e compreender mais a fundo a natureza, os mesmos também acabaram por nos afastar dela. A grande parcela da população mundial hoje vive em cidades completamente urbanas, poluídas, populosas, sem ou com pouquíssimas áreas verdes, parques, árvores, rios e lagos e, muitas vezes longe das áreas produtoras de alimentos.

A velocidade do dia-a-dia nestes centros é extremamente desgastante e estressante. Por conta do intenso tráfego e do paradigma coorporativo do “tudo para ontem”, a esmagadora maioria da população acaba por se alimentar muito mal, isso quando não deixa de fazer uma refeição completa, substituindo-a por um lanche ou qualquer “fast-food” que não atrapalhe sua agenda. Além da pobre alimentação, da qualidade do ar e da água, bem como o constante estado de correria, ansiedade e preocupações com familiares e amigos, com a economia, saúde, contas, desemprego e etc., acabam por desencadear desequilíbrios diversos, astrais, psíquicos, emocionais e físicos; não é à toa, que nos grandes centros, cerca de noventa por cento da população apresenta graves distúrbios, dos quais somente alguns são diagnosticados.

Muitas pessoas ao se depararem com os sintomas físicos destes desequilíbrios recorrem à tradicional medicina ocidental, e lotam os prontos-socorros dos hospitais atrás de cura.
A abordagem tal qual a conhecemos é falha – não se buscam os agentes causadores dos sintomas, e sim, o tratamento de tais sintomas.

A maior parte das doenças que aparecem no corpo físico tem origens nos corpos astral, emocional e mental, portanto, como exemplo, uma doença estomacal desenvolvida por conta de abuso de alimentos e bebidas ácidas, será eficazmente resolvida com remédios e com reeducação alimentar; uma doença estomacal de fundo emocional será aliviada com remédios, porém jamais será curada de tal forma.

Devemos levar em conta também, que quase todos os remédios alopáticos possuem efeitos colaterais, e com um tempo extenso de uso, acabam por desenvolver outras doenças. Não é raro escutarmos que alguém toma um remédio para uma doença A, mas também tem que tomar um outro remédio, pois o remédio para a doença A ataca seu fígado, e este outro ataca os rins, e, portanto será necessário uma nova intervenção medicamentosa, e o círculo vicioso é perpetuado continuamente.

Os recentes avanços nas ciências e na matemática, estão trazendo de volta a abordagem holística. A concepção holística traz implícita a idéia de que, ao serem reunidos para constituir uma unidade funcional maior, os componentes individuais de um sistema desenvolvem qualidades não-predizíveis a partir de seus componentes isolados. A abordagem holística na medicina insiste no estudo não só de uma moléstia individual, mas também das respostas das pessoas a esta moléstia, sob os aspectos físico, psicológico e astral. Uma estratégia de tratamento deve, portanto, levar em conta as necessidades únicas de cada indivíduo; todas as facetas da doença são levadas em conta, tais como os efeitos da mesma nas relações pessoais, na família, no trabalho e no bem-estar emocional do paciente.

O tratamento holístico privilegia o encorajamento da capacidade do próprio paciente de se autocurar, em lugar de lançar mão de recursos cirúrgicos ou de drogas, e enfatiza a educação e o cuidado com o próprio organismo.

Extraído de "Cânones da terapêutica magnética radiônica" de Rafåtís.
Disponível em www.rafatis.org.


Publicado por Rafåtís em 01 de agosto de 2017.